sexta-feira, 11 de maio de 2012

A morte e a psicossociologia

Em 25 anos de existência NUNCA tinha ouvido alguém, falar bem de Miguel Portas. Aliás, conto pelos dedos das mãos as vezes em que pessoas próximas me falaram nele.
Foi preciso o senhor morrer para eu perceber que as pessoas o achavam extraoridário!
Todos sentem saudade das coisas boas que perdem, mas caramba, qualquer pessoa quer/precisa sentir-se "amada" quando está viva e não quando está morta!

O Sassetti morreu. Confesso que não conheço a carreira/vida deste senhor. Aposto que mais de metade dos portugueses também não.
Mas aposto mais ainda que nos próximos tempos o FB se irá inundar de dedicatórias, musicas, frases que relembram o músico. De repente muita gente vai passar a gostar dele. O seu trabalho vai ser vendido mais do que nunca. Surgirão coletâneas, e o livro de fotografias que ele estava a preparar estará pronto enquanto o diabo esfrega o olho!

Interessante. Não?!

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